terça-feira, 25 de novembro de 2008

ponto e vírgula.

Que saudade de correr na grama do seu lado, que falta me faz a sua doce companhia.

Nossas longas conversas jogadas fora. Assuntos que não interessava para quase ninguém, apenas para nós e mais alguns dois fiéis amigos.

Nossa amizade ainda existe, eu sei... Mas não é a mesma coisa. Tanta gente fala isso. Tanta gente insiste em enfiar em minha mente que você mudou, eu não tenho como deixar de encarar tal mudança.

Não fico me lamentando, tenho plena certeza de que cada um deve seguir seu glorioso caminho da maneira que bem entender, apenas sinto saudade... Creio que não apenas eu, como tantos outros daqueles fiéis amigos já chegaram a comentar da distância que agora já existe entre nossa antes, intocável e sólida amizade.

Estou torcendo para que no futuro não tão distante sua única agenda possa dar conta de dois

mundos distintos que desejam sua atenção, apenas por um segundo.

domingo, 2 de novembro de 2008

Um casamento arranjado.

1. Nostalgia.


Começo a escrever assim do nada, gostaria que minha máquina de escrever funcionasse, pelo menos uma vez, ah!...Eu a adorava. Mas também gosto de você diário, mas gosto mais dela.
Simplesmente não tenho amigos. Não tive tempo pra essas asneiras, não é bem mais fácil compra um livro de auto-ajuda?No mínimo exige menos atenção. Mas no natal vou confessar sinto falta, da familia que não tenho e dos amigos que não me permitir fazer. Mas aprendi e aprendo duramente que na vida não se pode ter tudo. Bem se serve de consolo tenho uma namorada. Vadia. Esse é o nome dela. A primeira coisa de que me orgulhei quando a conheci foi não ter que apresenta-la a familia. Imagine, eu chegando com ela na sala de estar, lareira e mesa farta e comunicando a todos que namorava Vadia. No mínimo excêntrico. Mas não gosto dela. É tudo artificial demais com ela,isso sufoca,é bonita mais não me interessa a beleza fútil dela. Vou terminar hoje com ela.
Até breve diário, vou repousar a continuação da minha história brevemente aqui no seu humilde espaço branco e vazio.


Continua...

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Envolva-se

"Sábio é aquele que não se deixa envolver." Que tolice... sábio é aquele que realmente sabe se envolver.
Que terrível armadilha é o envolvimento. Encantamento seguido de desapontamento.
Ilusão, pura ilusão; porém quem não gosta de uma ilusão? Qual seria a graça de se manter vivo durante anos se não existisse a tal da ilusão? Creio que nenhuma... A realidade nos assusta, precisamos de ilusões para mascará-la.
Envolver-se, é arriscar-se, é cruzar uma avenida de olhos fechados; cruzar a avenida no horário mais movimentado e turbulento. Movimentado como nossas emoções, turbulento como os nossos sentimentos. Cruel envolvimento. Cruéis riscos.
Mas os riscos são incrivelmente fundamentais. Adubam nosso crescimento, amadurecem nossa essência...
Riscos, ilusões, envolvimentos... logo depois o ditado continua.


"Com um texto repleto de contradições, surtos e falta de planejamento... Tiro as teias de aranha que habitavam esse blog..."

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

[re]inventando

Qualquer noite dessas irei me reinventar, mudarei por completo, e no dia seguinte serei outra pessoa. Poder fazer coisas que sempre quis e até mesmo refazer coisas que sempre gostei.
E nesse dia irei brincar, quero me divertir como se fosse uma criança! Isso! Qualquer manhã dessas acordarei como uma criança! Brincar de pipa na praça, amarelinha na calçada e cabra-cega na sala. Pular na cama todos os dias, e sujar a roupa na hora do almoço. Melar o dedo de tinta e pintar um quadro para colocar em meu quarto.
Esquecer todas as obrigações, desligar meu celular e me distanciar do computador.
E ficarei criança por muito tempo, até que algum dia alguém me explique qual a graça de ser adulto
.

sábado, 3 de maio de 2008

Viva a capacidade de modificar!


Depoimento de uma gota de água:
“-Eu era uma simples gotinha, agora não eu faço parte de um rio, belo e bonito que até hoje o homem não encontrou, a e eu não digo o meu endereço justo por isso, para que eles não venham atrás de mim, com aqueles olhos de ambição...”

Depoimento de um vidro comum:
“-Nem acredito no que aconteceu comigo, sabe eu era daqueles vidros exuberantes, vivia em uma casa linda, grande e limpa (bem limpa!) até que um dia... (ai! Levei uma pedrada, nunca entendi aquilo o que teriam aquelas crianças contra mim?), Daí virei um caco, e vou te dizer, vida de caco não é fácil! E quando alguém se corta então, só não me chamam de anjo! Mais aí num belo dia ia passando um grupo pela rua e me viu no chão entediado me jogaram dentro de um pote, aí eu disse pronto agora minha vida vai ter aventura! Logo depois começaram a aparecer outros vidros, que eu fui conversando até chegar a um galpão (imenso.), me colaram com os meus recentes amigos que conheci naquele pote, acabei virando um abajur! Lindo colorido e sirvo de luz para uma criança linda chamada Clara, adoro quando ela lê seus livros em voz alta, eu acabo viajando sem sair dali do seu lado, e sou feliz!”

Depoimento de um ex-detento:
“-Eu não amava nada, do contrário, odiava tudo, criancinhas também, aqueles berros me deixavam louco! Foi exatamente por isso que fui parar na cadeia. Era domingo véspera de natal, todas aquelas pessoas felizes me deixavam aborrecido, já tinha batido na minha mulher (como de costume), e já estava sem paciência pra nada, até que o Andersom (aos seus dois anos de idade) começou a chorar desesperadamente, alto, insistente. Quanto eu olhei aquela situação toda ele já estava morto, em meus braços, fui parar na cadeia (20 anos, eu peguei 20 anos, dá pra acreditar? Meu filho viveria bem mais se eu não tivesse feito o que fiz!). Minha vida daí até então foi um tormento,quando eu fechava os olhos eu o via,brincando. Foram 5110 dias sem dormir, até cochilava mais quando ia dormir aquele rosto me cercava e me jogava num imenso abismo, se fizerem as contas vão ver que eu só fiquei 14 anos na prisão, os seis que faltou paguei com trabalhos comunitários e cursos que agente faz lá dentro, em um desses que eu aprendi um que acabou virando minha profissão, era concertar brinquedos, lembrava dele o tempo todo, aliás, fiz vários brinquedos pra ele e fui levar naquele palmo de terra que chamavam de mausoléu. Hoje ainda sou o mesmo, mais sem aquela raiva toda do mundo, do contrário agora eu o amo imensamente, sou um novo ser, bem melhor e tudo isso por que acreditaram que aquele ser nojento poderia virar um verdadeiro Ser Humano! Não pensem que deixei de ver aqueles olhos vibrantes, não, agora os vejo com mais freqüência,quando sonho e quando faço algo de bom,e tenho a impressão que ele sorri pra mim! Eu sou feliz como nunca antes!”



E o que falar de mim? Eu a autora deste texto, já fui racista, preconceituosa e já fiz várias coisas erradas com as pessoas que mais gostam de mim,mas cá estou vivendo e aprendendo,aprendendo com os meus erros e os erros alheios também, e porque não aprenderia?-Amigos, todos nós erramos, mais pedir desculpas, e aceitar que estamos errados é a coisa mais linda que nós podemos fazer, então respire fundo peça desculpa e perdão (a todos que por alguma vez você já machucou), você vai se sentir bem melhor, Acredite!
Escrito por: Jocianny Carvalho.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Uma simples carta


Com simplicidade começo a escrever, como deves saber não conheço as técnicas necessárias para algo redigir; o único instrumento que usarei será aquele que você tanto conseguiu maltratar, porém não garanto que ele fará um bom trabalho, meu coração já não é mais o mesmo...
Vivemos momentos inesquecíveis, ainda me lembro de nossas caminhadas pelo parque, nossas aconchegantes tardes chuvosas, nossa cumplicidade, companheirismo... Nossa relação tão admirável... Nunca imaginei que tal sofrimento pudesse me proporcionar.
Certeza da fidelidade e sinceridade do meu sentimento você sempre teve (e sempre poderá ter), também acreditei que poderia ter tal certeza em relação ao seu sentimento, tolice... Você tanto dizia que seria eterno, que iríamos estar juntos até a morte; mas a morte não chegou, e mesmo assim você se foi... Até hoje não entendo o verdadeiro motivo, e tenho medo de um dia descobrir. Não sei se o erro foi meu tantas vezes já errei, tantas vezes acertei, e tantas vezes aprendi a perdoar alguns erros, aprendizados que através de você pude conhecer...
Sofri, tento não sofrer mais. Chorei, não direi que não choro mais, não sou tão forte quando pensava ser. Amei, e ainda hoje amo...

Com carinho da pessoa que sempre estará de braços abertos.
Escrito por: Gustavo Marinho

sexta-feira, 21 de março de 2008

Altruísmo


Parece que o mal resolveu parasitar em vários corações ao mesmo tempo, nada mais daquelas risadas soltas no ar, muito menos de vizinhos que se adoram...
Onde foi parar os desejos sinceros pela felicidade alheia, a verdade é que a felicidade alheia nem interessa mais, o próximo virou distante de mais para que olhemos com afeto e solidariedade ao nosso redor.

É fácil julgar, manipular e se mostrar superior nesse mundo tão conturbado em que vivemos; o difícil é perdoar, amar e ser feliz (Realmente ser feliz), de repente eu me vi num mundo egoísta, em que eu sou egoísta, e nós não ficamos atrás. Nada é necessário nesse mundo, só precisamos viver porque Deus nos permitiu e não ir além de nada, ser exatamente o que os outros esperam que seja, nem mais, nem menos...

Revoluções? Nesse mundo não gritamos, não nos expressamos se quer temos o direito de duvidar e digo mais, se quer temos o direito de chorar quando der vontade, temos de sorrir o tempo inteiro, dissimular uma felicidade que contagia a toda e qualquer pessoa ao redor, temos que nos vestir bem, ter uma posição financeira privilegiada e tudo isso para que eles nos digam que estamos bem.

E tudo isso pra que agente realmente se sinta bem, se a sociedade argumentar que eu estou gorda, eu vou ter que emagrecer, se eu sou bonita então a sociedade me aceitará muito bem, Julgar! Sim eles adoram Julgar, aliás, nos adoramos,podemos deduzir coisas, fazer invenções e ninguém vai nos parar para dizer que aquilo não é certo, porque nem eles sabem o que é certo, e eles evidentemente são nós.

Sonhar é preciso! Eu diria mais preciso do que nunca nos últimos temos a sociedade não consegue entrar no meu sonho e eu sonho absolutamente tudo, isso porque tenho liberdade, uma liberdade que a realidade tenta me proibir.

Viver antes que nos mandem parar, chorar para que o choro nos dê alguma alegria, mova-se, algo diferente quer chegar, ame o próximo e deixe ele te amar, ser feliz nada mais é que enxergar outros pontos de vista.
Amar é tudo. E ele sabe com tanta certeza disso que se entregou por todos nós.


Escrito por: Jocianny Carvalho.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

A verdade é difícil, mas é a verdade...

Um barulho enorme invadia meus ouvidos, tinha plena certeza de que aquilo não era um sonho, estava acontecendo realmente... Meu coração estava apertado, uma angustia tomou conta do meu corpo.
Mas o que realmente estava acontecendo? Agora reconhecia um pouco o barulho, era o motor de um carro, vinha da rua tal barulho e tive a certeza de que não era sonho... Rapidamente abri meus olhos, o sol ainda não tinha surgido, deveria ser duas horas da madrugada, e ali estava eu já sentada na cama com os olhos cheios de lágrimas... Sem pensar em nada me levantei e fui à janela; quando olhei para a rua identifiquei rapidamente de onde estava vindo todo aquele barulho que quebrou meu sono... Era o carro dele, mas porque estava funcionando nesse horário? Porque estava parado na frente da minha casa? Será que queria me contar algo? E o pior: porque a angustia em meu corpo, e as lágrimas em meus olhos?
O carro se foi, o barulho não dava mais para se ouvir... Mas em minha mente ainda restavam àquelas perguntas. Fechei os olhos, procurando sequer alguma resposta dentro de mim... Meu coração batia mais forte, e estava chorando sem parar agora.
Naquele momento como um clarão, as coisas ficaram evidentes para mim... Era como se eu soubesse de tudo, mas estivesse tentando esconder de mim mesma a verdade... Ele tinha partido para sempre... As lágrimas eram incontroláveis, assim como a verdade que estava clara em minha mente. Ele se foi, mas aqui em meu peito estará para sempre nossos momentos e o barulho do motor do carro dobrando a esquina.
Escrito por: Gustavo Marinho.

sábado, 29 de dezembro de 2007

O valor de uma amizade...

Tenho amigos verdadeiros, disso eu sempre tive certeza, mesmo quando essa certeza se distância um pouco, mas ela nunca desaparece...
Para mim, meus amigos são um verdadeiro tesouro que consegui formar durante toda a minha vida, tesouros que nunca irei querer me desfazer, tesouros que com o tempo só vem aumentando o verdadeiro valor. E esse tesouro é valiosíssimo, inigualável.
Mas não é somente para guardar o quanto esse tesouro vale somente para você, isso seria muito egoísmo de sua parte. Devemos demonstrar o quanto ele é valioso para as outras pessoas... Para que o tesouro seja tão valioso em ambas as partes. Demonstrar um grande afeto, não é motivo para se envergonhar, muito pelo contrário, devemos mostrar ao mundo como sabemos valorizar aquilo que tanto gostamos...
E os tesouros mesmo quando se passam muitos tempos, eles sempre estarão intactos, e sempre com o seu valor estampado para quem quer que seja.
Dizer um “eu te amo meu amigo”, sempre é necessário, sempre vale a pena!
Escrito por: Gustavo Marinho.
PS: escrevo um assunto repetido, mas sempre é bom lembrar o que vale a pena.

sábado, 22 de dezembro de 2007

Um mês!

Hoje, nosso blog comemora um mês de existência...Obrigado a todos. Esperamos continuar por aqui por mais longos meses... Valeu!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

O valor.

Meu nome é Douglas, tenho dezessete anos, moro com minha mãe que se separou do meu pai quando eu tinha apenas três anos... Isso me fez crescer incompleto, não que esteja afirmando que minha mãe não soube me criar corretamente, muito pelo contrário... Ela é a pessoa mais especial em minha vida; mas a ausência de meu pai me incomoda, mesmo não conhecendo quase nada sobre ele; somente tenho uma foto que está eu, meu pai e minha mãe, os três juntos sorridentes... Parecemos até uma família feliz, daquelas que no natal se reúne para trocar presentes; mas a vida não é bem assim...
Aos treze anos sofri um grave acidente, fiquei entre a vida e a morte, e meu pai nunca esteve lá ao meu lado... Isso me deixou triste, somente minha mãe iria me visitar, alguns amigos foram um dia ou outro, sou muito grato a cada um que nesse dia esteve por lá... Fiquei paralítico, hoje só consigo me mover com cadeira de rodas, isso me fez mais dependente da minha mãe do que já era antes... Ela é uma verdadeira guerreira. Digo que ela é meu “pãe”, uma mistura de pai e mãe num só ser; o que a torna o mais especial dos seres. Já pensei até se ela não é um anjo, deve ser o meu anjo, aos meus olhos minha mãe tem um par de asas, tem uma luz inigualável e o sorriso que transmite tanta paz...
Meu pai aos poucos foi esquecido, a não ser pela existência da fotografia que esteve presente por tanto tempo em minha vida...
Ontem me perguntaram se sentia falta de um pai, eu simplesmente respondi que não se pode sentir falta daquilo que você nunca teve.
Escrito por: Gustavo Marinho.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Sabedoria do entendimento.



Sabe,tentamos entender a vida,decifrar fenômenos,fazer clones,criar curas e outras coisas que desafiam nossa capacidade,esquecemos ás vezes do mais importante,ouvir aqueles rostos enrugados,castigados pelo tempo que tanto tem a nos ensinar;
A vida é realmente uma escola,eu já estou no ensino médio da vida,a fase adolescente,mais é só eu fechar os olhos e envelhecer mais um pouco e mais e mais,até que eu comece a andar de bengala,e tenha dificuldade de fazer coisas que antes eram até idiotas para mim.
E nesse meio termo a vida vai tratar de ensinar a mim o que eu devo aprender,e o que realmente importa,não agir com impulso,e saber fazer a escolha certa.
Passei 20 minutos do meu tempo ouvindo um senhor ontem,com minha mãe e meu irmão,meu irmão completou ano ontem e fomos comemorar,só que meu irmão estava triste,e o velhinho tava falando que a vida vale a pena e a tristeza é só mais um período,eu não tenho a memória muito boa e ele também falou demais,mais de uma frase eu me lembro,talvez porque tenha sido a última,e foi:
“E eu aprendi que eu tenho que me fazer feliz,porque ninguém vai fazer isso por mim,ninguém,podem me fazer rir por alguns segundos mais,minha felicidade depende exclusivamente de mim;”



Queixas,reclamações, e a vida continua seguindo enquanto você se distrai os anos alcançam você e te fazem perceber que a velhice é necessária.
A tal da vida nem sempre é justa com quem a ama,mais ser forte é necessário,e não deixe mais um obstáculo te vencer,ainda está só no começo espere pela bengala.




Escrito por :Jocianny Carvalho.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

A pergunta é...

O que você faria se hoje fosse o último dia de sua vida?

domingo, 9 de dezembro de 2007

Desliguem as lâmpadas...

Hoje em dia quanto menos gastos melhor, já dizia minha avó quando saia cômodo por cômodo da casa apagando cada luz que estava acendida; particularmente detesto essa atitude dela, até hoje ela não mudou... Meu avô dizia que ela tem mania de economia... As filhas deles (uma delas, diga-se de passagem, minha mãe) é totalmente o oposto, gasta até não poder mais, para elas quanto mais, melhor. Eles formavam uma família realmente interessante (eu, ainda não existia), às vezes imagino meu avô e minha avó, os dois cada um em sua cadeirinha, e os filhos correndo pela casa, aquela gritaria inconfundível... Certamente só falta o cheiro de bolo vindo da cozinha, minha mãe sempre lamentou, minha avó é péssima cozinheira... Mesmo assim a felicidade deveria ser garantida!
Queria tanto ter uma família, na verdade, não! Quero mesmo ser independente... Não iria gostar nada de estar lendo algum jornal e alguma “obcecada por economia” desligar a luz... Isso me deixaria furioso realmente... Os gritos com certeza iriam me enlouquecer logo, a única coisa que queria seria o cheiro de bolo vindo da cozinha... Que por sinal não existiu.
Acabo de perceber que desviei totalmente o assunto, quando minha avó acaba de passar aqui pelo quarto berrando “desliguem as luzes!”, coincidência? Pensem o que quiser, mas eu apoio minha querida vó, ela tem toda a razão, economizem... Na idade dela, ela poderia não estar nem aí para o que pode acontecer caso continuem com o gasto compulsivo de energia, mas não, ela se preocupa afinal tem toda uma família dela que ela deixou nesse mundo que Deus nós deu... E não devemos abusar, esse termo “abusar”, deixemos para algumas propagandas de roupas que passam na TV.
Vou encerrar por aqui, nesse momento ela pede para que eu desligue o computador, entendo a atitude dela, esse ser consome muita energia...




Escrito por: Gustavo Marinho.

sábado, 8 de dezembro de 2007

Ganância-dependencia-valores.

As lembranças são como notas musicais e quando você descreve alguma lembrança,você canta alguma canção...
E as canções podem ser tristes,românticas,ilusórias,e porque não tratar a realidade como uma canção a mais,só que essa canção agente não escolhe,ela acontece quer você queira ou não queira.
No compasso da rotina,esquecemos de várias coisas,nós os seres racionais,temos sempre obrigações que criamos ao longo do tempo,coisas que impedem de diversas formas a viver realmente,temos o direito de ir e vir,mais a verdade é que nos impõe regras,nos mandam deveres,e se não podemos andar pelados na rua ,então por que nos denominamos livres?! Será que liberdade será sempre uma questão de ponto de vista de cada um?,um ponto de vista que nem sempre está certo?!.
Não precisamos de dinheiro pra viver,mais precisamos de comida e comida só se compra com o dinheiro,ele move o mundo,quem diria os seres racionais dependentes de simples papeis que não falam,não pensam,não urinam,não defecam,mais fazem toda a diferença.
Não sejamos hipócritas dizendo que não dependemos dele,afinal precisamos dele para nos manter vivos,mais o dinheiro já fez várias vitimas,os gananciosos que só querem mais e mais e mais,um pouco de ambição não faz mal a ninguém;concordo,mais quando isso se torna maior que seus desejos sua vontade,é o momento de cair em si, é o momento de dar um basta,e isso meus caros raramente acontece.
Esse papel não tem poder algum em quem tem capacidade suficiente para entender que é só um papel que gira toda a parte e que talvez voltará e talvez não,já os fracos o veneram como se fosse o papel maior que Deus,e tratam o dinheiro como o centro de tudo,e essas pessoas quase nunca se culpam por deixar que isso aconteça,colocam a culpa toda no dinheiro(o papel que não fala.),e seguem num jogo de ganhar ou perder que já dura muito tempo,não é certo por a culpa no dinheiro isso é nojento,digno de pena,e é por essa razão que coisas ruins acontecem, admiro os loucos,eles falam o que pensam de verdade, e será por isso que os chamam de loucos?!,corajosos soa melhor;
A pergunta é:
-Você domina O Dinheiro ou deixa O Dinheiro te dominar?.
Escrito por: Jocianny Carvalho.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Respirem sem medo

O medo está tomando conta de nós... Quantas vezes iremos precisar voltar cedo de algum lugar por conta dessa onda de violência que incomoda todos nós? Quanto tempo vamos agüentar essa situação? Talvez temos que viver isolado de tudo e de todos, pois o medo nós fez cauteloso até nas mais simples das situações... Nada é seguro, tudo tem seu perigo constantemente; se em nossa casa já corremos certos perigos, imagina quando estamos longe de nosso ninho? A situação realmente está terrível... Eu lamento o futuro de nosso país não será tão brilhante se continuarmos assim... O mundo está tomado pela onda do medo, até mesmo as crianças, tão pequenas já crescem sabendo o caos que estamos vivendo, crianças essas que não vão aproveitar sua infância, por conta do medo dos pais e do próprio medo que aos poucos vai crescer dentro dela...
A vida realmente tem seus mistérios; ontem foi preso um suspeito de crimes horrorosos; os crimes cometidos pelo suposto homem, ficou famoso por toda a cidade... Até mesmo as crianças, já sabiam do perigo que corriam com esse sujeito solto pelas ruas...
Nas minhas reflexões quando estou prestes a dormir, me pergunto onde isso vai acabar? Será que algum dia conseguiremos viver em paz? Esta é uma pergunta com uma difícil resposta, eu entendo... Mas do jeito que está à situação não pode ficar... O medo já nós impede tanta coisa, e na caminhada que estamos, chegará o dia que respirar será perigoso...
Escrito por: Gustavo Marinho.

Cara nova...

Pois é companheiros, como sabem ficamos longas semanas sem postar qualquer idiotice, não me pergunte porque isso aconteceu... Mudamos tudo, nada é como um dia foi nesse blog (quem andou observando percebeu, certamente...), estamos tentando agradar (a nós mesmos...); e desde já, voltaremos com toda a empolgação de quando iniciamos essa empreitada...
Estou me pronunciando como se alguém tivesse ao menos notado o congelamento do blog, sabe é pra dar um charme todo especial... Até as próximas emoções...

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Essa história aconteceu no ano de 2006.

Lucy, grande Lucy!
Que por toda sua vida enfrentou batalhas e perseguições, ela era só mais uma garota igual a todas as outras, conheceu várias pessoas, mais dentre elas, alguns em especial, lhe chamaram a atenção, eis que surgi na vida de Lucy três pessoas (Sérgio, Clarissa, Eduardo), que irão marcar sua vida para sempre, mal sabe ela, mais daquele momento em diante não poderia mais viver sem eles.
Eles eram normais, nem tanto, um se chamava Sérgio, que era fanático por certa banda da época, Lucy também, mais de uns tempos pra cá largou esse vicio, já Sérgio, bom não se pode dizer o mesmo.
Ele era um grande cara apesar de tudo, tinha um grande coração, até que Sérgio se apaixonou perdidamente por uma garota chamada Clarissa, que Lucy nunca havia ido com a cara; Clarissa por sua vez tinha medo de se envolver com o Sérgio por que eles eram amigos afinal. Eduardo era um típico “intelectual” com seu jeitinho individualista, tinha paixão por fotos e sabia como ninguém tirar Lucy do sério, eles nunca se davam bem mais sempre concordavam em tudo, quase tudo.
Esses quatro passaram a andar juntos, claro o grupo no inicio era bem maior, mais no final as aventuras só sobravam para os quatro, eles que sempre se davam mal e adoram quando isso vinha a acontecer.
A amizade deles desafiou o tempo e a distância,quando conversavam perdiam a noção do tempo e do acontecia no mundo lá fora,eles se sentiam num espaço que só cabiam eles mesmos, e todas as pessoas que tentavam se encaixar em seu grupo desistiam logo, porque percebiam que entre eles havia algo diferente,algo raro.
Tinham o sonho de morar juntos os quatro; vez em quando passavam o dia sonhado com isso, no dia em que teriam liberdade de ir e voltar sem dar explicações a quem quer que seja;
Nas idas e vindas da vida de Lucy, não existiu nada melhor do que a amizade deles enfim, sentia-se bem quando eles estavam por perto e eles também sentiam a mesma coisa.
Lucy ficava meio constrangida quando a recriminavam por coisas que ela falava sem pensar, ela quase sempre fazia isso, mais tinha certeza que eles a amavam, nunca tinha duvidado disso.
Lucy está quase virando uma universitária, só falta mais um ano e Lucy vai aposentar seu velho uniforme que já viveu tanta coisa; Clarissa, Sérgio e Eduardo, também irão para a faculdade, é o que está pelo menos passando por suas cabeças.
São quatro pessoas de personalidades totalmente diferentes que conseguem se unir com a força de um simples sentimento, é meus caros quem falou amizade acertou...
O desfecho dessa história só quem sabe é o cara lá de cima.
Queria dedicar essa história as pessoas que me ensinaram o valor de uma linda e bela amizade, que são vocês meus grandes amigos, Jamerson (Sérgio), Waleska (Clarissa) e por último e não menos importante, Gustavo (Eduardo).

Eu vos amo com a intensidade de uma mãe que ama o filho.

Escrito por: Jocianny Carvalho.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

É inevitável

Seus cabelos negros, que combinavam com seus olhos, voavam livremente, o vento era forte realmente... Carolina; Carol para sua irmã; apenas Cal para ela mesma; se encantava com o vento, o vento parecia se exibir para Carol, quando batia em seu rosto e fazia seu cabelo balançar a menina sorria, era como se a mais engraçada das piadas fosse dita para ela...
Todos os dias era assim, a menina abria a janela e sentia o vento soprar seu rosto... Aquilo era a melhor sensação do mundo, era um momento insubstituível... Carol e o vento eram como grandes amigos, inseparáveis e fieis.
Um dia incrivelmente, o vento não compareceu ao compromisso diário com Carol, a menina tinha os cabelos imóveis, assim como sua expressão ao abrir a janela e nenhum sopro encostar em seu sensível rosto. Desde então a decepção tomou conta da menina, pois o vento, sem querer, ensinou a Cal, que amores nunca são eternos... Agora Carol procura outras paixões, já tentou o dia, mas ele não retribuía seu amor transformando-se na noite, um dia desses tentou a água, a terra; mas nada era igual ao vento... Com essas novas decepções, Carol aprendeu que certos amores, são insubstituíveis; e que as decepções, são inevitáveis...


Foto encontrada em um blog que já não me recordo qual...




Escrito por: Gustavo Marinho.

Cuidado com os demônios, eles andam à solta por aí.

Recentemente presenciamos a um fato lamentável, mais um dos tantos que assistimos diariamente nos noticiários da tv.
Turistas italianos são assaltados na praia de Ipanema enquanto passeavam; um deles reagiu ao assalto, o ladrão pegou a jóia e correu, fugiu em uma bicicleta. O turista o perseguiu, porém o ônibus não conseguiu parar a tempo de evitar a catástrofe. O turista não resistiu e faleceu.
A verdade é que hoje em dia “ser um herói”, deixou de ser sinônimo de bravura e coragem, e passou a ser sinônimo de insensatez.
Bom, o ladrão deverá ser indiciado por latrocínio (assassinato com fim de roubo), ele se entregou acompanhado de um pastor, que afirmou:

“Ele estava possuído, legiões de demônios que fazem o homem roubar”.
(pastor Isaías da Silva Andrade)

Essa história, daqui a algumas semanas será mais um caso que ficou para trás para muitas pessoas, mais para os familiares da vitima essa perda será levada na memória por anos a fio, talvez até eternamente.

O corpo do italiano Giorgio Morasse foi cremado na quinta-feira, (22).

Aos familiares, meus pêsames...
Escrito por: Jocianny Carvalho.