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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Enquanto for apenas medo.

Foto retirada de : bioterra.blogspot.com

Às vezes eu tenho medo. Medo de não responder à altura. Medo de não satisfazer tudo o que foi planejado pra mim... Sei lá, quem não passou por isso, um dia vai passar.
O bom é que podemos nos reconstruir, modificar o que restou de uma vida de erros e complicações. O maravilhoso é que nessa reconstrução agente muda, e muito. Acaba encontrando tudo aquilo que não conseguia achar de maneira nenhuma simplesmente
Pelo fato de acreditar que há alguma coisa por trás daquela pedra no caminho. Só pelo fato de acreditar que depois da pedra tem um jardim, e esse jardim é o paraíso dos teus sonhos. O mundo é inacreditável. Ele nos dá socos ao mesmo tempo em que acaricia alguém,e vice-versa.O que eu jamais poderei fazer é me arrepender,em toda minha vida nunca me arrependi de nada,eu só tive medo.Quando eu era criança,eu caminhava no escuro ,via uma mulher embaixo do pé de uma mangueira no quintal,não tive muitos amigos,e amei muito a minha familia.Até hoje sem arrependimentos só medos.


Aos leitores, inicialmente feliz 2009 e perdão por demorar tanto a escrever novamente, muito obrigada por ler meus textos e voltem sempre!

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Um casamento arranjado.

5. O Casamento.

Resolvi tirar todas as culpas das minhas costas, resolvi viajar. Amanhã cedo chegarei a Londres, a capital da Inglaterra nunca esteve mais linda. Minha mãe deu essa viagem de presente pra mim, sei bem a razão, ela quer me casar com uma moçoila, cuja aparência não faço a menor idéia, só sei que é rica, pois se não fosse mamãe não se daria ao trabalho de apresentá-la...

Quem disse que quero me casar? Só na cabeça da mamãe mesmo.

E o pior é que eu não tenho escolha já que aos 27 anos sou sustentado por ela, mês a mês. E quer saber, acho isso ótimo!

Mas de uns tempos pra cá, minha mãe tem adoecido com freqüência e botou na cabeça que eu tenho que me casar a qualquer preço, ou ela me deixa a ver navios...

E o pior de tudo é que ela me deu um prazo:

-Eu tenho um mês.

Diário, hoje não toquei no nome da falecida (como eu desejava) me sinto bem melhor agora, não há nada que o tempo não cure. Até breve.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Um casamento arranjado.

4.O Arrependimento

Sinto me arrependido. Não ao ponto de morrer, é claro. Mas ao ponto de não conseguir ingerir nada. Estou definhando. Hoje olhei pra minha janela e nunca notei que era tão alto daqui de cima...
Dúvidas, dúvidas, dúvidas... O que faço eu com elas?

Diário eu não queria te deixar tão vazio hoje, mas acho isso justo, melhor do que te encher de besteiras, se eu tomar alguma decisão comentarei amanhã. Até breve.


sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Um casamento arranjado.

3. O papel

A vadia foi boba até o ultimo segundo, quer dizer, me amou até o ultimo segundo. Eu sei, sou um canalha. No papel tinha escrito um poema que eu mandei pelo correio pra ela (já que não tinha a menor intenção de vê-la novamente), e eis que estava escrito isto:

“Te confesso que não sou tão amado quanto gostaria,
Eu sei o que está pensando, e é exatamente isso que deveria mudar;
A opinião alheia pra mim pouco importa
É um pedaço sujo da torta que eu gostaria de não comer;

Saiba que eu conto os dias para evoluir e peço a Deus para que as pessoas pensem de outro modo à medida que eu avance;
Essas coisas não deveriam importar pra mim, mas infelizmente tenho que torcer meus ideais para acompanhar suas utopias;
Se você soubesse que eu odeio beterraba, e odeio verdura, nossa vida seria melhor a minha e a sua, a nossa, sem cebolas e cenouras;
O nosso dia-dia ta caindo na miséria, na nostalgia,
Não sei o porquê, e tenho certeza que você não sabe, se é que percebeu;
É o coração dita as regras, não nós, temos que respirar e prosseguir
Você já disse várias vezes que me amava, e eu só percebia
isso quando você evitava falar essa frase, eu te amo;”

-Diário, julgo que não vai ser possível continuar escrevendo hoje, minha mente voa com mil coisas tenho que colocar as idéias no lugar antes que eu faça uma besteira... Até breve.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Um casamento arranjado.

2.O Suicídio

Um telefonema. O fim de tudo. Fui duramente rápido, queria acabar com isso de uma vez. Ouvia por trás de vários fios o choro de Vadia. Mas eu era egoísta de mais pra me arrepender, não voltei atrás. Desliguei. O telefone tocava várias vezes, devia ser Vadia, tentando, mas uma vez dizer o quanto me amava. Tola. Fui dormir ao som do telefone. Acordei bem. Eu gosto de ser sozinho e ela me recriminava por isso. Na porta alguém batia insistentemente, resolvi abrir, encarar a situação de frente. Para minha surpresa não era vadia, eram dois policiais. Resolvi deixa-los entrar. Um deles me olhou de um jeito que julguei ser penoso, o outro foi mais frio, e resolveu me contar: Sua mulher se matou. Silêncio. Começaram a me cercar de perguntas, e de repente me vi na delegacia. A policial que estava em minha frente me olhou com fúria. E depois de um longo tempo, começou:
-Eu só tenho duas coisas a dizer:
1-Vadia estava grávida.
2-Ela morreu com esse papel na mão, achei que deveria entregar a você.

Diário, por hoje é só, creio que vá me entender.

domingo, 2 de novembro de 2008

Um casamento arranjado.

1. Nostalgia.


Começo a escrever assim do nada, gostaria que minha máquina de escrever funcionasse, pelo menos uma vez, ah!...Eu a adorava. Mas também gosto de você diário, mas gosto mais dela.
Simplesmente não tenho amigos. Não tive tempo pra essas asneiras, não é bem mais fácil compra um livro de auto-ajuda?No mínimo exige menos atenção. Mas no natal vou confessar sinto falta, da familia que não tenho e dos amigos que não me permitir fazer. Mas aprendi e aprendo duramente que na vida não se pode ter tudo. Bem se serve de consolo tenho uma namorada. Vadia. Esse é o nome dela. A primeira coisa de que me orgulhei quando a conheci foi não ter que apresenta-la a familia. Imagine, eu chegando com ela na sala de estar, lareira e mesa farta e comunicando a todos que namorava Vadia. No mínimo excêntrico. Mas não gosto dela. É tudo artificial demais com ela,isso sufoca,é bonita mais não me interessa a beleza fútil dela. Vou terminar hoje com ela.
Até breve diário, vou repousar a continuação da minha história brevemente aqui no seu humilde espaço branco e vazio.


Continua...

sábado, 3 de maio de 2008

Viva a capacidade de modificar!


Depoimento de uma gota de água:
“-Eu era uma simples gotinha, agora não eu faço parte de um rio, belo e bonito que até hoje o homem não encontrou, a e eu não digo o meu endereço justo por isso, para que eles não venham atrás de mim, com aqueles olhos de ambição...”

Depoimento de um vidro comum:
“-Nem acredito no que aconteceu comigo, sabe eu era daqueles vidros exuberantes, vivia em uma casa linda, grande e limpa (bem limpa!) até que um dia... (ai! Levei uma pedrada, nunca entendi aquilo o que teriam aquelas crianças contra mim?), Daí virei um caco, e vou te dizer, vida de caco não é fácil! E quando alguém se corta então, só não me chamam de anjo! Mais aí num belo dia ia passando um grupo pela rua e me viu no chão entediado me jogaram dentro de um pote, aí eu disse pronto agora minha vida vai ter aventura! Logo depois começaram a aparecer outros vidros, que eu fui conversando até chegar a um galpão (imenso.), me colaram com os meus recentes amigos que conheci naquele pote, acabei virando um abajur! Lindo colorido e sirvo de luz para uma criança linda chamada Clara, adoro quando ela lê seus livros em voz alta, eu acabo viajando sem sair dali do seu lado, e sou feliz!”

Depoimento de um ex-detento:
“-Eu não amava nada, do contrário, odiava tudo, criancinhas também, aqueles berros me deixavam louco! Foi exatamente por isso que fui parar na cadeia. Era domingo véspera de natal, todas aquelas pessoas felizes me deixavam aborrecido, já tinha batido na minha mulher (como de costume), e já estava sem paciência pra nada, até que o Andersom (aos seus dois anos de idade) começou a chorar desesperadamente, alto, insistente. Quanto eu olhei aquela situação toda ele já estava morto, em meus braços, fui parar na cadeia (20 anos, eu peguei 20 anos, dá pra acreditar? Meu filho viveria bem mais se eu não tivesse feito o que fiz!). Minha vida daí até então foi um tormento,quando eu fechava os olhos eu o via,brincando. Foram 5110 dias sem dormir, até cochilava mais quando ia dormir aquele rosto me cercava e me jogava num imenso abismo, se fizerem as contas vão ver que eu só fiquei 14 anos na prisão, os seis que faltou paguei com trabalhos comunitários e cursos que agente faz lá dentro, em um desses que eu aprendi um que acabou virando minha profissão, era concertar brinquedos, lembrava dele o tempo todo, aliás, fiz vários brinquedos pra ele e fui levar naquele palmo de terra que chamavam de mausoléu. Hoje ainda sou o mesmo, mais sem aquela raiva toda do mundo, do contrário agora eu o amo imensamente, sou um novo ser, bem melhor e tudo isso por que acreditaram que aquele ser nojento poderia virar um verdadeiro Ser Humano! Não pensem que deixei de ver aqueles olhos vibrantes, não, agora os vejo com mais freqüência,quando sonho e quando faço algo de bom,e tenho a impressão que ele sorri pra mim! Eu sou feliz como nunca antes!”



E o que falar de mim? Eu a autora deste texto, já fui racista, preconceituosa e já fiz várias coisas erradas com as pessoas que mais gostam de mim,mas cá estou vivendo e aprendendo,aprendendo com os meus erros e os erros alheios também, e porque não aprenderia?-Amigos, todos nós erramos, mais pedir desculpas, e aceitar que estamos errados é a coisa mais linda que nós podemos fazer, então respire fundo peça desculpa e perdão (a todos que por alguma vez você já machucou), você vai se sentir bem melhor, Acredite!
Escrito por: Jocianny Carvalho.

sexta-feira, 21 de março de 2008

Altruísmo


Parece que o mal resolveu parasitar em vários corações ao mesmo tempo, nada mais daquelas risadas soltas no ar, muito menos de vizinhos que se adoram...
Onde foi parar os desejos sinceros pela felicidade alheia, a verdade é que a felicidade alheia nem interessa mais, o próximo virou distante de mais para que olhemos com afeto e solidariedade ao nosso redor.

É fácil julgar, manipular e se mostrar superior nesse mundo tão conturbado em que vivemos; o difícil é perdoar, amar e ser feliz (Realmente ser feliz), de repente eu me vi num mundo egoísta, em que eu sou egoísta, e nós não ficamos atrás. Nada é necessário nesse mundo, só precisamos viver porque Deus nos permitiu e não ir além de nada, ser exatamente o que os outros esperam que seja, nem mais, nem menos...

Revoluções? Nesse mundo não gritamos, não nos expressamos se quer temos o direito de duvidar e digo mais, se quer temos o direito de chorar quando der vontade, temos de sorrir o tempo inteiro, dissimular uma felicidade que contagia a toda e qualquer pessoa ao redor, temos que nos vestir bem, ter uma posição financeira privilegiada e tudo isso para que eles nos digam que estamos bem.

E tudo isso pra que agente realmente se sinta bem, se a sociedade argumentar que eu estou gorda, eu vou ter que emagrecer, se eu sou bonita então a sociedade me aceitará muito bem, Julgar! Sim eles adoram Julgar, aliás, nos adoramos,podemos deduzir coisas, fazer invenções e ninguém vai nos parar para dizer que aquilo não é certo, porque nem eles sabem o que é certo, e eles evidentemente são nós.

Sonhar é preciso! Eu diria mais preciso do que nunca nos últimos temos a sociedade não consegue entrar no meu sonho e eu sonho absolutamente tudo, isso porque tenho liberdade, uma liberdade que a realidade tenta me proibir.

Viver antes que nos mandem parar, chorar para que o choro nos dê alguma alegria, mova-se, algo diferente quer chegar, ame o próximo e deixe ele te amar, ser feliz nada mais é que enxergar outros pontos de vista.
Amar é tudo. E ele sabe com tanta certeza disso que se entregou por todos nós.


Escrito por: Jocianny Carvalho.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Sabedoria do entendimento.



Sabe,tentamos entender a vida,decifrar fenômenos,fazer clones,criar curas e outras coisas que desafiam nossa capacidade,esquecemos ás vezes do mais importante,ouvir aqueles rostos enrugados,castigados pelo tempo que tanto tem a nos ensinar;
A vida é realmente uma escola,eu já estou no ensino médio da vida,a fase adolescente,mais é só eu fechar os olhos e envelhecer mais um pouco e mais e mais,até que eu comece a andar de bengala,e tenha dificuldade de fazer coisas que antes eram até idiotas para mim.
E nesse meio termo a vida vai tratar de ensinar a mim o que eu devo aprender,e o que realmente importa,não agir com impulso,e saber fazer a escolha certa.
Passei 20 minutos do meu tempo ouvindo um senhor ontem,com minha mãe e meu irmão,meu irmão completou ano ontem e fomos comemorar,só que meu irmão estava triste,e o velhinho tava falando que a vida vale a pena e a tristeza é só mais um período,eu não tenho a memória muito boa e ele também falou demais,mais de uma frase eu me lembro,talvez porque tenha sido a última,e foi:
“E eu aprendi que eu tenho que me fazer feliz,porque ninguém vai fazer isso por mim,ninguém,podem me fazer rir por alguns segundos mais,minha felicidade depende exclusivamente de mim;”



Queixas,reclamações, e a vida continua seguindo enquanto você se distrai os anos alcançam você e te fazem perceber que a velhice é necessária.
A tal da vida nem sempre é justa com quem a ama,mais ser forte é necessário,e não deixe mais um obstáculo te vencer,ainda está só no começo espere pela bengala.




Escrito por :Jocianny Carvalho.

sábado, 8 de dezembro de 2007

Ganância-dependencia-valores.

As lembranças são como notas musicais e quando você descreve alguma lembrança,você canta alguma canção...
E as canções podem ser tristes,românticas,ilusórias,e porque não tratar a realidade como uma canção a mais,só que essa canção agente não escolhe,ela acontece quer você queira ou não queira.
No compasso da rotina,esquecemos de várias coisas,nós os seres racionais,temos sempre obrigações que criamos ao longo do tempo,coisas que impedem de diversas formas a viver realmente,temos o direito de ir e vir,mais a verdade é que nos impõe regras,nos mandam deveres,e se não podemos andar pelados na rua ,então por que nos denominamos livres?! Será que liberdade será sempre uma questão de ponto de vista de cada um?,um ponto de vista que nem sempre está certo?!.
Não precisamos de dinheiro pra viver,mais precisamos de comida e comida só se compra com o dinheiro,ele move o mundo,quem diria os seres racionais dependentes de simples papeis que não falam,não pensam,não urinam,não defecam,mais fazem toda a diferença.
Não sejamos hipócritas dizendo que não dependemos dele,afinal precisamos dele para nos manter vivos,mais o dinheiro já fez várias vitimas,os gananciosos que só querem mais e mais e mais,um pouco de ambição não faz mal a ninguém;concordo,mais quando isso se torna maior que seus desejos sua vontade,é o momento de cair em si, é o momento de dar um basta,e isso meus caros raramente acontece.
Esse papel não tem poder algum em quem tem capacidade suficiente para entender que é só um papel que gira toda a parte e que talvez voltará e talvez não,já os fracos o veneram como se fosse o papel maior que Deus,e tratam o dinheiro como o centro de tudo,e essas pessoas quase nunca se culpam por deixar que isso aconteça,colocam a culpa toda no dinheiro(o papel que não fala.),e seguem num jogo de ganhar ou perder que já dura muito tempo,não é certo por a culpa no dinheiro isso é nojento,digno de pena,e é por essa razão que coisas ruins acontecem, admiro os loucos,eles falam o que pensam de verdade, e será por isso que os chamam de loucos?!,corajosos soa melhor;
A pergunta é:
-Você domina O Dinheiro ou deixa O Dinheiro te dominar?.
Escrito por: Jocianny Carvalho.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Essa história aconteceu no ano de 2006.

Lucy, grande Lucy!
Que por toda sua vida enfrentou batalhas e perseguições, ela era só mais uma garota igual a todas as outras, conheceu várias pessoas, mais dentre elas, alguns em especial, lhe chamaram a atenção, eis que surgi na vida de Lucy três pessoas (Sérgio, Clarissa, Eduardo), que irão marcar sua vida para sempre, mal sabe ela, mais daquele momento em diante não poderia mais viver sem eles.
Eles eram normais, nem tanto, um se chamava Sérgio, que era fanático por certa banda da época, Lucy também, mais de uns tempos pra cá largou esse vicio, já Sérgio, bom não se pode dizer o mesmo.
Ele era um grande cara apesar de tudo, tinha um grande coração, até que Sérgio se apaixonou perdidamente por uma garota chamada Clarissa, que Lucy nunca havia ido com a cara; Clarissa por sua vez tinha medo de se envolver com o Sérgio por que eles eram amigos afinal. Eduardo era um típico “intelectual” com seu jeitinho individualista, tinha paixão por fotos e sabia como ninguém tirar Lucy do sério, eles nunca se davam bem mais sempre concordavam em tudo, quase tudo.
Esses quatro passaram a andar juntos, claro o grupo no inicio era bem maior, mais no final as aventuras só sobravam para os quatro, eles que sempre se davam mal e adoram quando isso vinha a acontecer.
A amizade deles desafiou o tempo e a distância,quando conversavam perdiam a noção do tempo e do acontecia no mundo lá fora,eles se sentiam num espaço que só cabiam eles mesmos, e todas as pessoas que tentavam se encaixar em seu grupo desistiam logo, porque percebiam que entre eles havia algo diferente,algo raro.
Tinham o sonho de morar juntos os quatro; vez em quando passavam o dia sonhado com isso, no dia em que teriam liberdade de ir e voltar sem dar explicações a quem quer que seja;
Nas idas e vindas da vida de Lucy, não existiu nada melhor do que a amizade deles enfim, sentia-se bem quando eles estavam por perto e eles também sentiam a mesma coisa.
Lucy ficava meio constrangida quando a recriminavam por coisas que ela falava sem pensar, ela quase sempre fazia isso, mais tinha certeza que eles a amavam, nunca tinha duvidado disso.
Lucy está quase virando uma universitária, só falta mais um ano e Lucy vai aposentar seu velho uniforme que já viveu tanta coisa; Clarissa, Sérgio e Eduardo, também irão para a faculdade, é o que está pelo menos passando por suas cabeças.
São quatro pessoas de personalidades totalmente diferentes que conseguem se unir com a força de um simples sentimento, é meus caros quem falou amizade acertou...
O desfecho dessa história só quem sabe é o cara lá de cima.
Queria dedicar essa história as pessoas que me ensinaram o valor de uma linda e bela amizade, que são vocês meus grandes amigos, Jamerson (Sérgio), Waleska (Clarissa) e por último e não menos importante, Gustavo (Eduardo).

Eu vos amo com a intensidade de uma mãe que ama o filho.

Escrito por: Jocianny Carvalho.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Cuidado com os demônios, eles andam à solta por aí.

Recentemente presenciamos a um fato lamentável, mais um dos tantos que assistimos diariamente nos noticiários da tv.
Turistas italianos são assaltados na praia de Ipanema enquanto passeavam; um deles reagiu ao assalto, o ladrão pegou a jóia e correu, fugiu em uma bicicleta. O turista o perseguiu, porém o ônibus não conseguiu parar a tempo de evitar a catástrofe. O turista não resistiu e faleceu.
A verdade é que hoje em dia “ser um herói”, deixou de ser sinônimo de bravura e coragem, e passou a ser sinônimo de insensatez.
Bom, o ladrão deverá ser indiciado por latrocínio (assassinato com fim de roubo), ele se entregou acompanhado de um pastor, que afirmou:

“Ele estava possuído, legiões de demônios que fazem o homem roubar”.
(pastor Isaías da Silva Andrade)

Essa história, daqui a algumas semanas será mais um caso que ficou para trás para muitas pessoas, mais para os familiares da vitima essa perda será levada na memória por anos a fio, talvez até eternamente.

O corpo do italiano Giorgio Morasse foi cremado na quinta-feira, (22).

Aos familiares, meus pêsames...
Escrito por: Jocianny Carvalho.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Seremos melhores?

O que se pode dizer de uma amizade, seus valores, suas estimas, momentos de prazer que guardamos no fundo da memória. E somos capazes de manter uma amizade por quanto tempo? Ou por quanto tempo poderemos manter a lealdade e a honra? (E a lealdade e a Honra; essas são as bases para se construir uma amizade que realmente seja sincera, que seja do fundo do coração), e isso meu caro é difícil de obter, muito difícil, será que somos capazes de perdoar uma mentira? . E eu digo a resposta: Não! Embora quando viemos a mentir também tudo que queremos é que nossos amigos nos perdoem e quando eles nos perdoam... A meu caro isso nos faz sentir menor que um grão de feijão, pois se mostram superiores a nós e os mais importantes, nos mostram que são leais e acima de tudo que tem uma profunda estima por nós “os perdedores pequenos”.
E ai que tudo faz sentido na vida, o que os nossos pais ensinaram nada foi em vão, tudo foi planejado traçado por curvas do nosso próprio destino, o domínio é apenas uma porta que leva a ilusão e sabem por que meus caros, Porque nunca teremos domínio sobre nós, sempre seremos dominados por impulsos, vontades e desejos e nossa mente qualquer hora dessas de profunda reflexão irá nos trair, e nesse breve momento respiraremos aliviados e saberemos que daremos um último passo para uma nova vida que irá surgir, e tudo porque nossa mente resolveu fazer com que todos nós pensemos diferentes e aí acordamos,levantamos e tomamos um gole de café e pegamos o celular e olhamos aquela agenda de telefones repleta de nomes em diminutivo ou até mesmo apelidos, que é um sinal de intimidade (realmente é o que aparenta ser), mais não é, e sabe o porquê, veja quantos vão te atender e conseguir ouvir sua história de um dia ruim até o final sem resmungar falar algo ou até mesmo xinga você por ter ligado essa hora e você para pra pensar (Quantas vezes eu não ouvir vocês? Quantas vezes deixei de fazer coisas importantes por vocês? E o que eu recebo em troca é um simples(Tum..tum...) de um telefonema encerrado,eu só).
Quem agüentar considere um amigo em potencial que só busca coisas boas de você e que só precisa de sua lealdade e de uma demonstração de carinho que seja.

Eu termino meu post em soluços por nunca isso ter passado em minha cabeça, sabe essa idéia de ligar pra vê quem realmente vai me ouvir, e se ninguém me ouvir, vou ficar permanecendo com essa duvida para sempre...


Escrito por: Jocianny Carvalho